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sábado, 20 de novembro de 2010

Pequena Maravilha


Pequena maravilha

Pequena divina...
Que moras em um canto da vida,
Em colo sereno,
Onde já me deitei.
Pequena serena, encanto de vida,
Que moras nas águas que já me banhei.
Pequena divina, de corpo celeste,
Azul é teu nome, pois céu és também.
Invejo onde moras, menina trelosa,
Ensinas-me: como faço,
A morar aí também?
Contento-me a dormir na porta,
Sem provar das maravilhas
Que só o teu mundo tem.
Mas se onde fico é no peito,
Calado eu me deito,
A sorrir sempre estarei.

Amor próprio


“É admissível termos consideração mesmo a quem em nada nos considere. Só não dá para termos o mesmo sentimento a quem, em muito, nos desconsidere. É a isso, aliás, que chamo de amor próprio”.